Quem sou eu

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Nascido em 06 de junho de 1974, tendo um encontro com Cristo aos 15 anos de idade,desde então militando em prol do crescimento do Reino de Deus.Dedicado pai, esposo e amigo, milita no serviço ativo da PMPI desde 1994,onde alcançou a patente de 1º SgtPm,casado com a Sra.Carmiranda, desta união abençoada nasceram-lhes dois filhos Adiel e Abdiel, atualmente envolvido com o trabalho missionário da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Estado do Piauí e estudante de teologia(Bacharel) .
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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Projeto Gideonitas Jovens e Adolescentes para Cristo


O Projeto Gideonitas Jovens e Adolescentes para Cristo iniciado na cidade de Parnaíba-PI tem por objetivo o desenvolvimento de jovens e adolescentes para uma vida pautada nos valores cristãos, cívicos e morais, orientando-os contra os perigos das drogas e similares. A ideia inicial originou-se da necessidade de combater três problemas constatados pelos seus idealizadores:

1 – A evasão e o fraco desempenho escolar entre os jovens;
2 – A falsa expectativa proporcionada pelo tráfico de drogas e;
3 – O afastamento destes jovens dos valores cristãos, cívicos e morais.

O trabalho desenvolvido inicialmente no Bairro Santa Luzia, na cidade de Parnaiba-PI, teve o apoio do Pastor Francisco Morais que, cedeu as dependências do Templo da Igreja Evangélica Assembleia de Deus naquele bairro, em seguida, juntou-se ao Projeto o Evangelista Antônio Bernardino que contagiado pelas ideias do trabalho criou um novo grupo de gideonitas no Bairro São Vicente de Paulo, também, na cidade de Parnaíba.

Além do apoio destes valorosos homens de Deus de visão ministerial, os trabalhos realizados somente foram possíveis pelo desprendimento e comprometimento do trabalho voluntário de pessoas que se entregaram a ideia compartilhada. Hoje, ficamos felizes em saber que de alguma forma contribuímos para a formação intelectual de muitos jovens, sempre os incentivando ao estudo e à leitura da Bíblia e de bons livros, também, no fortalecimento de seus valores como cidadãos.

Nisto tudo podemos nos expressar como o Apóstolo Paulo: …para que vos torneis puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis, vivendo em um mundo corrompido e perverso, no qual resplandeceis como grandes astros no universo, retendo firmemente a Palavra da vida, para que, no dia de Cristo, eu tenha motivo de me gloriar no fato de que não foi inútil que corri e trabalhei.  Contudo, ainda que a minha vida esteja sendo derramada como oferta juntamente com o sacrifício e o serviço provenientes da vossa fé, alegro-me e me congratulo com todos vós. … (Filipenses 2).

A força de um abraço

Já parou para perceber, tamanha força de um abraço? Ele acalma e acolhe nosso viver! Não se mede em palavras nem em laço. Não o entregamos a estranho, pois estamos abrindo nosso peito. Presente em nosso caminho, ele também exige respeito.
Pode demonstrar um carinho, quando a palavra se cala e as lágrimas rolam... Pode ser de despedida ou de reencontro no caminho. Representado também por aqueles que amam! Abraçar é um verbo que precisamos conjugar praticar e executar para nossa vida melhorar. Como ele muda nosso dia, demonstrando apoio nos dá força e alegria.
Quero neste momento te abraçar e com ele poder agradecer, todo apoio e amizade em meu caminhar...
Poesia escrita pelo pequeno poeta - Andrigo Morgado


Vamos livrar os que estão doentes da boca do leão? Ou vamos continuar nos matando? A resposta é sua...

Já notaram como nós cristão evangélicos estamos nos portando? Criticamos ritmos musicais, liturgia, pregações, denominações, todos os movimentos neopentecostais, os usos e costumes, etc... Indiretamente estamos fermentando a cultura do preconceito. A nossa teologia é tão fraca que, a maioria de nós, está tentando capsular Deus para usá-lo como argumento na defesa daquilo que julgamos ser o correto, estamos nos matando sem percebermos. Alguns tem se aliado aos inimigos da fé em nome de seus conceitos egoístas. Estes dias, vi um homem que admiro pelo seu conhecimento, curti uma página ateísta, isto, simplesmente para criticar a liturgia de uma denominação evangélica que apresentava um grupo de mulheres perfiladas e fardadas adorando ao SENHOR. Daí me pergunto: Até quando vamos continuar nos matando em nome de uma teologia denominacional? Vamos deixar o Povo Adorar? Vamos livrar os que estão doentes da boca do leão? Ou vamos continuar nos matando? A resposta é sua...